D&D – Diário de Campanha [Capítulo_01]

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Sempre joguei RPG. Jogo desde meus 8 anos idade (quando ganhei o incrível e visualmente lindo Dragon Quest), passando um pouco (bem pouco) por Advanced Dungeons & Dragons, para então atingir o que eu entendia como meu ápice do RPG:  A 3ª Edição.

Digo que foi “meu ápice” pois essa foi a edição que mais joguei, mais conheci pessoas, mais desenvolvi a arte de narrar e mais tive tempo livre para jogar.

Dali, pulei para a edição 3.5 e depois me estabeleci com Pathfinder da Paizo, abrindo mão de conhecer a 4ª edição de D&D.

Abri mão porque RPG exige dedicação. Exige leitura. E como estava bem estabelecido com o Pathfinder, não quis ter de aprender novas regras.

Porém, quando a 5ª Edição saiu após os playtest, a curiosidade falou mais alto e hoje estou aqui aprendendo mais uma vez novas regras para novos bons momentos.

Como surgiu os Diário de Campanha8dbc724be355e78ea63704f3cb38187f

Por adorar escrever, desenvolvi o hábito de fazer um resumo das sessões de que jogo com meu irmão e primos. Uma espécie de Diário de Campanha.

Desde 2012 (antes disso os registros se perderam, com exceção de pouca coisa da época que joguei Cidadela Sem Sol, Forja da Fúria, Orador dos Sonhos e Espiral da Presa Noturna) guardo os registros de nossas mesas.

Lendas Vivas (ou seriam…Mortas?)

Dezenas dos nossos personagens passaram por Forgotten Realms ou Alara (um cenário que criamos e já jogamos muito).

Várias vitórias homéricas e diversas mortes épicas. As mais variadas classes básicas (e até as de prestígio), raças básicas (ou aquelas criadas por nós) cruzaram mares sem fim e desceram catacumbas que nunca viram a luz do dia.

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2012 – Mesa pequena, meia dúzia de dados e um jogador que se esforçava para escrever seus PVs na ficha.

Há mais heróis em “êxtase temporal” do que eu gostaria (sabe aquele grupo de heróis que estão em uma torre prontos para matar um mago degenerado, mas que seus jogadores nunca mais encontraram tempo para se reunir?).

Entretanto, muitos atingiram seus objetivos e foram felizes para sempre.

Sendo assim, achei legal imortalizar esses momentos e disponibilizar esse material que está guardado há tanto tempo.

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Começarei com os encontros de 2015/2016, que iniciou-se com novos heróis criados exclusivamente para a 5ª Edição e com o tempo vou resgatando os antigos heróis que utilizamos na 3ªEdição e em Pathfinder.

Hoje apresento o primeiro encontro da 5e.

Espero que curtam!

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2016 – Com o passar do tempo tivemos algumas bem vindas atualizações e progressões. Mais mapas, mais dados, porém bem menos tempo de roleplay

Considerações importantes

Chamo atenção de aventureiros que lerão esse diário.

No quesito REGRAS OFICIAIS do D&D 5e, existiu uma certa flexibilização delas e uma adaptação para a realidade da mesa, tendo em vista a grande diferença entre a idade dos jogadores (23 anos de diferença entre o mais novo e o mais velho).

Tem uma sutil aplicação de homebrew em algumas mecânicas, mas é bem pequena mesmo.

Algumas coisas foram alteradas, outras suprimidas. Como é o caso da não necessidade de componentes materiais mais simples para conjuração de magias.

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Aplicação de regras para Marcha Exaustão por falta de comida ou água, não são levadas à risca, a não ser quando abordei Out of The Abyss, por ter uma relação muito importante para o desenvolvimento da trama.

Os Pontos de Inspiração (em certo momento do jogo) puderam ser utilizado de forma diferente daquela proposta no Livro do Jogador, uma vez que o momento era propício para usarmos da forma que queríamos. O resultado foi espetacular.

Alguns backgrounds foram alterados de maneira sutil no decorrer da trama e com o lançamento de Storm King’s Thunder resolvi remodelar as fraquezas e ideais do Bárbaro, uma vez que seu background original traz uma profunda relação com gigantes.

Bem, em resumo, a ideia da mesa sempre foi a de usar o tempo que temos para jogar da melhor maneira possível.

É isso… Que os dados rolem.

Personagens dos Jogadores

Ulfgar, Clérigo devoto de Talos (Diego)

Ulfgar Thonderrage

Ulfgar Thonderrage

Raça – Anão das Colinas

Classe – Clérigo

Nível –

Divindade – Talos

Jogador – Diego (25 anos)

Background

captura-de-tela-2016-11-11-as-01-33-00Ulfgar Thonderrage vem de Mirabar, a cidade humana que reside sobre cavenras anãs.

Sua família habita o nível mais profundo de Mirabar. É assim desde a época de seu bisavô (pois antes a família fazia parte do podroso reino de Gharraghaur).

Ulfgar assim que atingiu a maioridade e completou os Estudos Avançados Anão, foi convidado para fazer parte do Conselho das Pedras Cintilantes (o mais influente e poderoso conselho de Mirabar designado para decidirem para quais cidades eles venderão seus metais anualmente).

Tudo por causa de seu exímio conhecimento de História, Religião e Política da Costa da Espada que ultrapassava o conhecimento da maioria dos intelectuais do lugar.

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Declinar tal convite fez com que o pai de Ulfgar se incomodasse e se ressentisse. E como se
não pudesse piorar ainda mais a relação entre eles, a  escolha de Ulfgar pelo sacerdócio eb102f3ff1d1e8e257739d7dc9668c46distanciou-os de vez.

Para sua mãe e 6 irmãs e irmãos, o problema era venerar Talos. Um deus que se materializa nas alturas do céu é quase contra a natureza anã, que é mais Subterrânea.

Mirabar passou a ser um local incomodo para Ulfgar morar. Como filho mais velho, pediu permissão para se retirar das Montanhas e peregrinou até o Grande Templo de Talos. Lá, estudou e se graduou, após servir como aprendiz do Sacrossanto Elmins.

Depois viajou para Forte de Helm, agora como Segundo Sacerdote do lugar. Tinha até um aprendiz.

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Acólito

Personalidade – Ve presságios em cada ação ou evento.

Personalidade 2 – Idolatra seu deus.

Ideais – Aspiração  – Eu busco ser digno da graça do meu deus ao corresponder minhas ações aos seus ensinamentos. (Qualquer)

Fraquezas – Julga os outros severamente, e a mim mesmo mais ainda.

Vínculo – Busca vingança contra o templo corrupto que o acusou de heresia.

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Resk da Árvore Fantasma

Resk da Árvore-Fantasma

Raça – Meio-Orc

Classe – Bárbaro

Nível –

Jogador – Gabriel (10 anos)

Background
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Há uma década e meia atrás, uma comuna de Gigantes de Pedra, liderados pelo thane Braxow* decidiu que, para manterem a paz e silêncio das Montanhas Picos Cinzentos era necessário expulsar um assentamento de meio-orcs da tribo Cabeça de Javali, oriundos do Vale Delimbiyr e bárbaros remanescentes da supostamente extinta tribo dos Ursos Azuis**, que haviam se fixado perto de suas fronteiras.

As primeiras tentativas de expulsão foram amigáveis, mas infrutíferas. Grond, o Favorecido de Ilneval*** acreditava em uma velha profecia de Kriga Moondusk. Ele achava que dentro de si morava as almas dos antigos guerreiros ancestrais orc e humanos que já fizeram parte daquelas tribos.

Então os pacatos gigantes de pedra se viram obrigados a utilizar força bruta. A batalha foi travada entre Montanhas Pico Cinzentos e o Vale Delimbiyr. As tribos bárbaras foram massacrada e o que sobrou fugiram atravessando o Rio Delimbiyr.

Grond e seus mais fiéis guerreiros e guerreiras, humanos e meio-orcs, foram enforcados e pendurados na antiga Árvore-Fantasma, uma árvore petrificada que os Gigantes de Pedra acreditam ser sagrada.

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O dia que se seguiu deveria ter sido um dia de paz e silêncio para que os Gigantes de Pedra pudessem continuar suas meditações e suas reflexões contemplativas.  Porém, um urro infantil, mas desafiador, insistia em cruzar o vale e incomodar os Gigantes.

O próprio thane Braxow com seu círculo interno de companheiros, decidiu investigar a origem dos berros. Eles veem ao pé da Árvore-Fantasma um recém-nascido meio-orc gritando, sob a sombra dos líderes falecidos das tribos.

Braxow recolheu a pequena criatura e a encarou. Por um bom tempo contemplou-a, até que sentenciou:

– Conheçam, Resk. Meu filho. Resk da Árvore-Fantasma.

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Os Gigantes que estavam ali, consentiram. Aquele era um fruto da árvore de pedra.  Um filho da rocha. O bebê cresceu e se tornou um hábil guerreiro, porém um péssimo meditador. Mesmo assim era motivo de orgulho para Braxow, que agradecia Annam, o Pai-de-Todos pela dádiva concedida.

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* Nunca houve um nome para o pai de Resk no background dele. Eu inseri “Bruxow” pois é  o nome de um PDM Gigante de Pedra que aparece em Storm King’s Thunder. Isso vai dar um plot realmente interessante.

**  A Tribo Ursos Azuis tem descrição no capítulo 3 de Storm King’s Thunder

***Inicialmente, Grond era o Favorecido de Grummsh, mas com o lançamento de Volo’s Guide to Monsters, alterei para Ilneval, o Capitão de Batalha de Grummsh com o intuito de coligar a história ao material mais novo.

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(Nesse personagem foi utilizado o antecedente Forasteiro – Caçador de Recompensas. Posteriormente, foi mesclado com o antecedente Gigante presente em Volo’s Guide to Monsters).

Personalidade – Eu fui guiado por uma sede de viagens que me levou a abandonar meu lar.

Personalidade 02 – Dragões são meus inimigos mortais. Tudo que faço é para garantir sua destruição.

Ideais – Troféu – Eu devo adquirir glória em minhas caçadas, para mim e para meu clã.

Fraquezas – Dragões anciões me enchem de pavor. Meus joelhos tremem de fraqueza em sua presença.

Vínculo –  Cabe a mim garantir que meu nome seja enaltecido para honrar meu pai.

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Akmenos, o Faminto

Akmenos, o Faminto

Raça – Tielfing

Classe – Bruxo

Nível –

Patrono – Grazzt

Jogador – Bruno (15 anos)

Background

captura-de-tela-2016-11-11-as-02-01-31Akmenos nunca conheceu seus pais verdadeiros. Ainda recém-nascido, ele foi abandonado atrás da Taverna Três Barris Velhos, na Baixa Baldur.

O garoto com sua pele vermelha, pequenos chifres afiados e olhos negros se não fosse devorado pelos vira-latas sarnentos daquelas ruas, seria afogado por qualquer homem ou mulher que andasse por ali.

Por um golpe de sorte do destino, Akmenos foi encontrado por um funcionário da taverna que estava tirando o lixo, tarde da noite. Era Finnan Greenbottle, um halfling pés-leves.

Finnan recolheu a criança e levou ela para o Orfanato dos Ratos. Um pequeno e úmido salão situado no sótão de uma casa de banho. Ali, vários órfãos e desgarrados tinham um teto para se proteger, um chão para dormir e um pouco de comida para encher o estômago.

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Akmenos cresceu juntos com outros órfãos, e como eles achou um jeito de agradecer Finnan. Fazendo o que ele mandava.

O halfing sempre foi visto como uma boa pessoa pelas regiões mais pobres de Baldur’s Gate, pois era um senhor que se desdobrava para conseguir trabalhar na taverna e ainda sustentar e por na linha aqueles garotos que não tinha conserto.

Porém, o que ninguém sabia era que Finnan tinham seus segredos e suas motivações. Ele detinha em seu poder uma das maiores redes de espionagem e furtos da região executados por inocentes e sujas crianças. Suas crianças desenvolviam-se na arte do furto, extorsão, ameaça e espionagem.

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Akmenos, além de esfomeado, era inteligente e tinha uma ótima memória. Finnan percebeu isso rapidamente.

O garoto logo deixou os furtos, as batidas de carteira e as ameaças.  Se focou na leitura e furtividade.

Com essas duas habilidades, o tiefling podia entrar em casas de ricas e influentes pessoas da Alta Baldur e descobrir segredos que Finnan usaria depois, conforme achasse melhor.

Foi nessa época que Akmenos esbarrou em alguns livros que nunca deviam ser lidos. E sua fome se voltou à leitura. Akmenos, o Faminto manteve seu nome, mas o significado mudara… era fome de tumblr_njo84ri0gw1tpri36o1_500conhecimento.

A curiosidade o levou a descobrir mais e mais sobre Graz’zt, o Príncipe Sombrio. Um demônio que oferecia poder em troca de favores. Akmenos já fazia isso para Finnan, por que não fazer para alguém ainda mais poderoso?

O garoto se enveredou nas artes místicas da Bruxaria e Graz’zt o aceitou ser seu patrono.

Depois disso, Akmenos perdeu o interesse pelos crimes de invasão e espionagem, mas sempre foi grato à Finnan.

O halfling deixou o menino seguir seu caminho de estudos e agradeceu quando recebeu informações sobre o Testamento do pai do Prefeito de Baldur. Matando as pessoas certas, Finnan conseguiria receber uma boa quantia de ouro em alguns meses. Finnan e Akmenos não se veêm há anos.

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Órfão

Personalidade – Eu pergunto um monte de coisas

Personalidade 2 – Esconde comida e bugigangas no bolso

Ideais – Os baixos se erguerão e os altos irão tombar.

Fraquezas – Eu nunca vou confiar em ninguém plenamente, além de mim mesmo.

Vínculo – Eu devo minha sobrevivência a outros órfão que me ensinou a vida nas ruas.

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Diário de Campanha – Capítulo_01

Local – Costa da Espada – Ano de 1487, 5º mês (Mirtul) do Calendário de Harptos 

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Resk e Akmenos se conhecem na Estrada Alta à caminho de Neverwinter. O meio-orc deixou o conforto de seus salões, com o objetivo de tornar-se o maior caçador-de-recompensa de Faerun. Já o garoto Akmenos vagava por aquela região a fim de encontrar outros bruxos ou bruxas a fim de falar sobre conhecimentos sombrios e rituais profanos. 

O tielfling, reconhecendo que seria de grande utilidade andar por um estrada daquelas em companhia de um bárbaro resolveu se aproximar e propor um acordo. Porém, a companhia de Resk custava um preço, ainda que módico.

Barganharam, e a lábia – Persuasão (13) – de Akmenos conseguiu enganar o truculento modo  – Intimidação (9) – com que Resk o abordou.

O meio-orc aceitou 3 lascas de prata, pois fora convencido de que o caminho não era tão perigoso assim e a companhia de um bruxo poderia lhe ser útil, afinal das contas.

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Seguindo em direção à Neverwinter, encontraram um corpo ajoelhado, próximo à Estrada. O cadáver era de um ranger novato, ao julgar pelas vestes que usava e as botas de segunda linha. No corpo, um corte profundo na garganta e três flechas com penas vermelhas cravadas nas costas. No bolso, um pedido de ajuda, com valor de recompensa.

Pelo poder que a Guarda de Neverwinter me conferiu eu, Medrask me comprometo a pagar 25 peças de ouro e 9 de prata para aquele(s) que trouxer(em) a cabeça de Mosh, o Cara de Cão.

Resk, viu ali uma possibilidade de iniciar sua carreira de caçador de recompensas de forma legal. Iria levar Mosh para Neverwinter, não importava quem fosse, nem onde estivesse.

Akmenos olhou ao redor – Percepção (17) – para encontrar algo que pudesse indicar um caminho. Próximo ao corpo encontrou algumas pegadas de algum tipo de humanoide. Uma porção delas, que poderia indicar um bando. Em direção da floresta elas seguiam e a dupla resolveu investigar.

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Materiais necessários para uma boa sessão

Andaram por algumas horas, floresta adentro até que foram encontrados por um lobo e seu companheiro Thingel.

Thingel  é bem animado. O meio-elfo ranger cuida daquela região em nome do Conclave Esmeralda e conhece bem Mosh, Cara de Cão. Ele é um saqueador selvagem, que invadiu e reclamou para si uma paliçada à Oeste daquele local. Lá juntou um grupo de hobgoblins encrenqueiros que assaltam viajantes sempre que possível.

Akmenos pede para que Thingel siga com eles (sem citar a recompensa), mas Resk diz que não é necessário.

– Tenho medo que o lobo se machuque!

Resk, Arvore da Árvore-Fantasma

Thingel agradece a preocupação, ainda que desnecessária, pois Canino da Sombra poderia facilmente acabar com o bando todo de Mosh. Porém, o Conclave ordenou que sua missão era apenas de observação, sendo estritamente proibido intervir na situação. A dupla agradece as informações e segue.

É noite quando eles chegam até o forte.

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O lugar está fortemente guardado, com duas sentinelas hobgoblins cada uma em uma torre de madeira que flanqueiam um grande portão de madeira enegrecida.

Resk decide escalar uma das torre,  matar um sentinela e depois fazer o mesmo com o outro.

Ao escalar a estrutura de madeira de 15 metros (CD 10), o meio-orc se atrapalha – Atletismo (13) – e cai da torre, pouco antes de chegar no topo, quase perdendo a vida.

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Mosh, Cara de Cão

Akmenos age rapidamente e derrota os dois hobgoblins sentinelas, com sua rajada mística, antes que um deles pudesse soar o alarme.

Assim os dois colegas entram no acampamento. Ao que tudo indica o acampamento todo está descansando.

Isso dá vantagem para que o bruxo entre sorrateiramente na maior e mais bonita tenda do lugar.

O Bruxo utiliza Ilusão Silenciosa reproduzindo a imagem de um dos sentinelas mortos. Mosh, Cara de Cão é pego de surpresa e sucumbe perante o truque Rajada de Veneno.

Resk retira cuidadosamente a cabeça do Hobgoblin e assim a dupla segue para Neverwinter para reclamar sua recompensa.

Enquanto isso em Forte de Helm o seguidor e Talos, Ulfgar se vê traído por seus lideres espirituais.

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Atacado ainda pela manhã, no momento sagrado de elegias de celebração ao seu deus, o anão quase morre.

Seus irmãos de Fé lutavam com selvageria para subjugar todos aqueles que não concordariam com o novo rumo que Petaldoro queria impor para a Igreja de Talos.

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Petaldoro

Uma conspiração para perverter a santidade de Talos começa a ser perpetrada em vários templos ao mesmo tempo.

Ulfgar sabe que não pode deixar isso acontecer, ele luta! 

Porém, sentindo que exauriu todas suas magias para proteger-se, decide fugir pelo vitral por trás do Altar de Talos, deixando uma trilha de destruição e religiosos feridos.

Ulfgar precisa procurar devotos em que possa confiar e contar os planos de Petaldoro. Em paralelo, promete a si mesmo que restaurará a honra de Talos.

O clérigo segue para Neverwinter, pois lá tem amigos influentes capazes de avisar a Grande Fé sobre o novo e perigoso cenário religioso de Talos.

O Culto ao deus Talos está corrompido. Não se pode confiar em ninguém. Lavarei cada templo corrompido com sangue e trovão.

Ulfgar Thonderrage

O encontro acaba com os três aventureiros seguindo para o mesmo destino, porém com diferentes motivações.

Eu como Mestre achei que seria difícil juntar o grupo, mas vocês verão na próxima postagem que meu envolvimento foi ínfimo.

Só precisei descrever as coisas com um pouco mais de mistério… E pronto, lá estavam eles juntos para enfrentar um perigo nos esgotos do Distrito da Torre, em Neverwinter.

Próximo Capítulo: Neverwinter, confusões nas ruas do Distrito da Torre e o desaparecimento dos gêmeos da Guarda.

1 Comentário

  1. Aurelio Costa de Sá Oliveira Aurelio Costa de Sá Oliveira
    19 de setembro de 2019    

    Estou lendo a campanha e estou gostando muito, mas não encontrei vocês no facebook, ainda estão ativos?

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