Star Wars – Os Últimos Jedi

A espera acabou! Finalmente estreou mais um capítulo de um dos meus universos favoritos.

Star Wars – Os Últimos Jedi chegou aos cinemas no último dia 15 de dezembro e hoje trago a vocês minhas impressões sobre o filme.

Minhas expectativas eram bem altas! Os leitores mis assíduos sabem que aqui no Drunkwookie foram 3 posts sobre Star Wars.

Os dois post de teoria “Quem são os pais de Rey” e “Quem é Snoke?” surgiram, após Star Wars – Despertar da Força deixar claro que esses seriam os grandes mistérios dessa nova trilogia. E o post falando sobre Kylo Ren, demonstrou minha paixão pelo personagem tão complexo.

Fui ao cinema para ver as respostas às minhas perguntas, para ver Kylo Ren em sua jornada e, claro, ver Luke e Leia uma vez mais.

E quando o logo surge na tela e a música começa, não existe ninguém que não se emocione!

O filme me surpreendeu em vários motivos. Não há como negar que houve uma guinada entre O Despertar da Força e Os Últimos Jedi, no modo de contar a história.

Acredito que haja um propósito. Propósito esse de preparar as novas gerações para uma nova era dentro desse Universo. Essa atitude tem seus prós e seus contras, e é sobre isso que falaremos agora.

A estrutura do filme

Dessa vez tivemos vários arcos sendo explorados ao mesmo tempo. Uma sensação de urgência tomou todas as duas horas e meia de filme.

Tivemos Poe Dameron na Frota Rebelde, nos mostrando a situação precária dos últimos sobreviventes da Aliança, seguimos com Finn e Rose em um plano ousado para despistar a Primeira Ordem, e também acompanhamos Rey em Ahch-To, a ilha onde Luke Skywalker se recolheu.

Esse é o filme mais longo da franquia, se justifica tendo em vista o número de núcleos a serem abordados, mas nem por isso deixa de se arrastar em alguns momentos.

A religião Jedi

Gostei do respeito à Força e como seu conceito evoluiu nessa nova trilogia.

Nos episódios IV, V e VI a Força era cercada de misticismo. Percebíamos que era algo a ser alcançado se você entendesse seus princípios e tivesse um determinado estilo de vida. Algo parecido com o bushido dos samurais.

Ainda que nem todos pudessem manipulá-la da forma como os Jedi a manipulava, a Força estava em tudo e em todos.

Nos episódios I, II e III a Força em si foi pouco explicada, pois estávamos no auge da era dos Cavaleiros Jedi. A explicação era mais científica, com a citação do número de midchlorians. A filosofia por trás da Força não tinha espaço quando éramos bombardeados com manobras mirabolantes de sabres de luz e batalhas emocionantes.

Já nessa última trilogia, a Força passa a ser tratada como uma religião. E faz todo sentido.

Jedi se endeusaram, enchendo-se de vaidade,  acreditando mais em si do que na essência da própria Força.

Luke Skywalker é um homem que entendeu toda essa religiosidade e o erro por trás dela, após ter fracassado com seu sobrinho.

Sendo assim, ele se fechou para a Força negando-se a passar seus ensinamentos para frente, pois entendeu o real alcance e essência da Força e a influência negativa que os Jedi exerciam sobre a Galáxia, ao se utilizar desse poder.

O verdadeiro poder da Força

Parece que a Força nunca esteve tão forte como agora.

Já havíamos visto formas diferentes do uso da Força em O Despertar da Força, quando Kylo Ren paralisa um tiro de blaster ou quando resiste a um tiro de balestra wookie. Entretanto, em Os Últimos Jedi o uso da Força extrapola os limites que, até então, conhecíamos.

A conexão entre Rey e Kylo Ren, que se deu várias vezes ao longo do filme, é algo novo. Não é simplesmente um sentir. A experiência vai além disso.

Snoke é poderoso demais e percebemos isso ao vê-lo agindo. Conseguir alterar emoções e manipulá-las, conseguir ler a mente de outro Jedi da forma como ele faz, é algo novo.

E por fim, porém não menos importante ou empolgante, o alcance do poder de Luke Skywalker, que vemos no final. Aquilo é incrível, poderoso demais!

Luke Skywalker, o herói dentro de nós

Eu queria seguir uma ordem cronológica, deixando Luke por último, mas é impossível. Esse é o filme dele, então quero falar sobre o garoto de Tatooine logo no início.

Luke Skywalker é um herói de verdade.

Sua humanidade palpável é vista e sentida ao relembrarmos toda sua trajetória, desde sua decisão de sair de Tatooine, até a defesa de sua postura em não sair da ilha Ahcth-To. Se lá no início Luke sentiu que não havia mais nada para ele naquele planeta, no final sentiu que não havia mais nada para ele, fora de sua  ilha.

Luke era um garoto inexperiente, que seguiu os passos de seus Mestres, mas nunca seguindo-os cegamente. Seguiu seu coração quando era necessário.

Deixou seu treinamento para salvar seus amigos. Sentiu a dor de descobrir quem era seu pai, mas mesmo assim lutou e obteve sucesso em salvá-lo, entretanto falhou com seu sobrinho, quando estava tão seguro de si.

Essas conquistas e fracassos serviram para forjar um homem igual à qualquer um de nós, cheio de acertos e falhas.

Luke foi capaz de entender realmente o papel da Força na Galáxia.

Um fazendeiro de umidade, que se tornou uma lenda para todos os rebeldes da Aliança. Alguém que não se deixou ser seduzido pelo lado negro, mas entendeu esse lado tão necessário para o equilíbrio do Todo.

No final percebeu que nem a ciência, nem o misticismo, nem a religião eram capazes de ensinar o que a Força realmente significava. A vivência, os sucessos e os fracassos foram os únicos caminhos para ele encontrar tal significado, tal Paz e Propósito.

Escrever sobre hoje Luke Skywalker, (meu herói favorito) exatamente nessa fase da minha vida, é incrível.

O auto-conhecimento que Luke alcançou é algo que deve servir como lição, capaz de transpor a tela do cinema, a ideia de entretenimento, e passar uma mensagem muito bonita para todos nós.

Suas palavras dirigidas à sua irmã nos lembram que nada é eterno, e que tudo tem começo meio e fim. Acho que essa foi a maior lição que esse filme nos ensinou.

E por isso considero ele tão importante.

Leia Skywalker, a heroína dentro de nós

Mais uma personagem que faz parte da minha infância e vê-la comandando a Aliança, é indescritível. Acho que Han Solo foi o personagem que menos tivemos chance de ver sua evolução. Entretanto, Leia e Luke evoluíram tanto, que é bonito de se ver na tela.

Os diálogos de Os Últimos Jedi quase que obrigatoriamente nos faz fazer um paralelo com os eventos da vida real. Carrie Fischer não está mais entre nós, então sentimos cada frase dela intensamente.

Como foi lindo o respeito que tiveram por ela. Achei que dariam um jeito de finalizar a participação de Leia na trilogia, mas não. Honraram tudo o que Carrie Fischer fez, e tudo o que ela esperava que fosse feito.

Os efeitos especiais estão aí para isso. O legado de Carrie será respeitado.

Leia Skywalker nos mostrou que a Força não serve apenas para manejar sabres lasers, ou empurrar dróides ao chão. É possível viver em sua presença, utilizando tal poder para ser assertiva, ponderada e liderar de maneira eficiente.

Não existe em Star Wars melhor líder do que Leia Skywalker.

Por toda sua passagem pela saga vimos diversa facetas de Leia.

Leia, a rebelde. Leia, a aventureira, Leia, a assassina de monstros nojentos, Leia, a indelicada, Leia, a delicada.

Já em Os Últimos Jedi, vimos Leia, a mãe.

Uma mãe para todos nós.

Suas palavras dirigidas à Poe, Rey, Almirante Holdo, ou Luke. Todas elas trazem essa essência de cuidado, esse sentimento maternal que as mães têm. Uma vontade de viver e cuidar. De manter à salvo todos aqueles que acreditaram nela e depositaram em suas mãos suas esperanças.

Pena que ela não pode ser uma mãe para Kylo Ren após ele decidir seguir Snoke.

Quando penso em “Uma Nova Esperança“, não acho que Obi-Wan era de fato a esperança. Mas si a própria Leia Organa, que estava predestinada a se tornar a General Leia.

A cena mais emocionante é quando Luke segura suas mãos, e ambos demonstram o amor e cuidado que existe um pelo outro.

Personagens ganhando forma

Como eu disse, nem só de Força, sabre de Luz e lado da Luz e lado Sombrio se faz um Star Wars. Há muito mais do que isso.

Logo no início vemos Poe Dameron atacando um encouraçado da Primeira Ordem, de uma forma que nunca vimos antes. Essa atualização e inovação de Os Últimos Jedi em vários aspectos consagrados da franquia me animaram, na maioria das vezes.

Um fôlego diferente nas batalhas entre naves. O desespero em ver que a Aliança não consegue, por mais que tente, ter êxito absoluto. O desespero que o espectador experimenta em Os Últimos Jedi é muito maior do que aquele em O Império Contra Ataca.

Gostei de ver a relação de Poe e Leia.

E aposto que Poe Dameron será considerado “o filho” que Han Solo e Leia não tiveram. E será dele o fardo de levar os rebeldes à vitória quando a general Leia perecer.

Acredito que essa escolha se deva pelo fato dela ver algo de Han Solo em Poe Dameron.

A interação de ambos é muito boa. Leia acata as decisões dele em alguns momentos, porém em momento algum ela deixa se levar pela intempestividade do piloto, e quando precisa intervir, ela intervém, e intervém de forma magnifica.

Finn inicia sua trajetória tentando ajudar Rey. Ao ser ferido mortalmente por Kylo Ren, Finn ainda tenta entender tudo o que aconteceu.

Porém, no decorrer da trama suas motivações vão se moldando, alterando, e ele se vê realmente como um membro da Aliança.

A interação com Rose foi muito boa. E a personagem foi muito bem inserida, ganhando forma e uma personalidade muito bem vinda dentro do filme.

Quando Rose nos é apresentada, já sentimos uma ligação com ela por ter acompanhado o sacrifício de sua irmã no bombardeio ao encouraçado, logo na cena inicial.

Essa é uma abordagem diferente do que vimos nos outros filmes, um modo diferente de contar a história, um diferente aspecto dentro da narrativa, aspecto esse que eu gostei muito.

Todos são importante dentro do propósito da Aliança. Bem diferente do modo como a Primeira Ordem trata seus integrantes.

BB8, o roliço robô, não serve apenas para vender bonecos. Ele conxegue extrapolar todas as funções de dróide que conhecemos. Porém,  como ele já havia sido apresentado como um personagem com a função de alívio cômico, gosto bastante dele nesse papel.

Rey e Kylo Ren

Confesso que esperava mais de Rey nesse filme.

Acredito que as dúvidas em relação aos seus pais e seu papel dentro disso tudo tenha consumido muito de seu desenvolvimento, para no final termos uma revelação um tanto quando incoerente. Falarei disso mais adiante.

Seu treinamento foi rápido, e sua visita ao “buraco sombrio” foi estranho, ou melhor dizendo pouco elucidativo, ainda que nos tenham remetido ao que Luke teve que passar em Dagoba ao enfrentar a si mesmo naquela caverna sombria.

Kylo Ren continua sendo meu vilão favorito.

Adam Driver consegue mudar sua fisionomia de homem atormentado para garoto assustado em questão de segundos. Seus acesso de fúria, seu descontrole ao ver a Millennium Falcon sobrevoando os campos de sal de Craitou ao ver Luke no campo de batalha são dignos de nota.

Toda a complexidade de suas ações, desde que destruiu o Templo Jedi estão ali, borbulhando em sua fisionomia, em sua ações e decisões. Simplesmente, o melhor personagem dessa nova trilogia.

A ligação entre os dois (a ponte que ligou ambos) não só visualmente mas emocionalmente também, serviu para que ambos pudessem conhecer um pouco do outro. E foi dessa ligação que descobrimos o que aconteceu no Templo Jedi e porque Kylo Ren fugiu. Tanto Kylo quanto Luke contaram versões diferentes do acontecido para Rey. A verdade estava ali, entre as duas mentiras contadas.

Lado da Luz, Lado Sombrio

Esse filme serve para nos mostrar que esses conceitos de Luz e Sombra, não são tão binários como acreditamos que sejam.

O próprio Yoda fala sobre como os fracassos são importantes para a formação do caráter.

Falando em Yoda, ver a versão original do maior Jedi que já existiu, na versão “boneco” controlado por Frank Oz, foi simplesmente um sonho realizado. Impossível não ser nostálgico quando falamos de Star Wars.

Voltando aos meandros da Luz e da Escuridão, podemos perceber isso quando sabemos a verdade sobre o confronto de Luke e Ben Solo.

Luke viu o mal que Snoke havia cultivado no garoto. A atitude de ativar seu sabre de luz, ainda que momentânea, quase que instintiva, foi errada. Entretanto, a atitude tinha como objetivo a manutenção da Luz, mas por si só era algo Sombrio.

O filme nos conforta, mostrando que Luke nunca mataria Ben. Mas a ideia lhe passou pela cabeça como “uma sombra momentânea”.

E, enquanto Luke entendia tais pensamentos, Ben Solo viu a cena e não poderia entender que seu Mestre havia tido um conflito interno, ainda que superado.

Foi esse fracasso, essa atitude instintiva e não refletida, que culminou na criação de Kylo Ren. Sendo assim, o maior fracasso de Luke o perseguiu e o fez abrir mão da Força.

Então o filme é perfeito?

Até o momento, eu só teci elogios. Sim, todos esses momentos que citei me empolgaram, me emocionaram, e me deixaram feliz.

Entretanto, Star Wars – Os Últimos Jedi trouxeram vários elementos que me incomodaram, e é sobre eles que falarei agora.

O Humor Disney e a divina providência

Em Thor – Ragnarok eu havia me incomodado com a quantidade de humor. Não o humor em si mas, como falei no post Thor – Ragnarok  não é o humor que me incomoda e sim o excesso de anti-clímax que ele gera, em determinadas situações.

Poe Daemeron errando propositalmente o nome do General Hux, e depois dizendo que tem uma mensagem para a mãe dele? Não é um problema.

Pedras caindo no carrinho das Cuidadoras na ilha Ahch-To, após Rey usar seu sabre? Não é um problema.

Snoke ganhar uma batalha de Força com Rey, pegando de volta o sabre e aproveitando para dar um peteleco na cabeça dela? Para mim, é um problema.

O Supremo Líder Snoke, morto no chão com a linguinha pra fora, como se amenizasse o fato dele ter sido cortado no meio? Para mim, é um problema.

Luke recebendo o sabre de Anakin em uma cena emocionante e, logo após, jogando para trás? Para mim, é um problema.

Essa é a fórmula Dinsey.

Um pouco de bate-e-assopra para que várias faixas etárias possam assistir ao filme.

Mas se engana os defensores do “ah, mas filme bom não deve se levar a sério“, pois o foco da Disney é quebrar a seriedade de alguns momentos, tem como foco principal ganhar dinheiro, por isso tornam os filmes mais palatáveis para todas as idades.

O excesso de piadas em momentos críticos me incomodaram. Eu não gosto de anti-clímax.

Seja porque Luke deixou no ar que nem leu os Livros Sagrados Jedi, seja porque Kylo Ren se irritou com o General Hux que repetiu sua ordem, seja Rey pedindo para Kylo vestir uma camisa.

Tudo isso te tira daquela tensão que o próprio filme te induziu à estar. Então, eu não acho justo essa tendência da Disney.

Porém, acho que teremos que aceitar. Pois, a Disney a cada dia vem absorvendo várias franquias, e por isso, temos que aceitar seus novos produtos. A propaganda é sombria, mas não se preocupem, seus filmes são algo diferente do que é vendido nos trailers.

Pontas Soltas. Amarradas ou cortadas?

É visível que Rian Johnson, diretor e roteirista de The Last Jedi, decidiu ignorar ou, talvez, relativizar a importância das pontas soltas deixadas em Star Wars – Despertar da Força.

Quem são os Cavaleiros de Ren?

Quando saberemos o que aquela cena na chuva em O Despertar da Força significa? O Templo Jedi foi destruído na cena que vimos no sonho de Rey, ou foi destruído logo na sequência da fuga de Ben Solo?

Os pais de Rey deixaram a garota e partiram naquela nave que vemos em um flashback no filme anterior, ou morreram em uma vala em Jakku, pois eram alcoólatras sucateiros?

O sabre de luz de Anakin chamou Rey. Obi-Wan disse que esses eram seus primeiros passos, porquê? Por que figuras tão importantes no Universo de Star Wars se conectaram com Rey, se ela não é ninguém?

Quem é Snoke? De onde ele surgiu com tamanho poder e como conseguiu unir o que restou do Império de Darth Sidious?

Bem… Para os dois últimos questionamentos, tenho duas teorias que abordarei no próximo post. Para mim, a questão sobre os pais de Rey ainda segue sendo um mistério e Snoke talvez não tenha morrido.

Mas levando em consideração o rumo da trama, receio que minhas teorias sejam apenas uma tentativa de querer um sentido diferente.  Quem sabe?

Snoke, se realmente estiver morto, acho um grande desperdício de personagem e de dúvidas desenvolvidas ao seu redor, do mesmo jeito que houve ao redor dos pais de Rey.

Já as divinas providências, essas são excessivas na narrativa.

General Hux decide passar o filme todo atirando na nave rebelde, até acabar o combustível. Foi por um ato de bondade que ele não pensou em enviar uma nave na velocidade da luz e destruir o comboio, como a almirante Holdo fez ou pelo menos se aproximar para que os tiros se tornassem efetivos.

BB8 e o Decodificador aparecem segundos depois de Finn e Rose estarem sem saída.

BB8 aparece em um At-At na hora exata em que Finn e Rose precisam de ajuda. Rey vaga pelo planeta Crait e encontra a saída da caverna, na hora exata que os remanescentes da Aliança necessita de ajuda.

Um decodificador está na mesma cela que duas pessoas que atravessaram a galáxia para encontrar um decodificador.

Esses são pontos que me incomodaram e por isso não considero  o filme perfeito.

O filme foi mágico.

Luke mesmo sem sair da ilha ajudou a Aliança Rebelde. O esforço para se manifestar tão longe exigiu muito dele. Foi maravilhoso vê-lo morrendo sob à luz de dois sóis, assim como “nasceu” à luz de dois sóis em Tatooine.

Leia se salvando, em pleno espaço, utilizando a Força.

Yoda retornando para conversar com o jovem Skywalker.

As dúvidas que esmagam o íntimo de Kylo Ren e agora servem para motivá-lo à criar uma Galáxia como acredita ser correta. 

Esses foram momentos que guardarei para sempre na memória. 

Assim como a pequena criança que pega sua vassoura e a empunha como um sabre de luz.

Porém, as escolhas de inserção de humor me incomodaram em muitos momentos e as saídas escolhidas para resolverem conflitos, ficaram devendo.

Nota

Mas e vocês o que sentiram ao ver de Star Wars – Os Últimos Jedi? O que acharam do filme?

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