D&D – Diário de Campanha [Capítulo_07]

Diário de Campanha – Capítulo_07

Local – Neverwinter– Ano de 1487, 6º mês (Kythorn) do Calendário de Harptos 

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Personagens

captura-de-tela-2016-11-25-as-18-48-38Ulfgar Thonderrage

Raça – Anão das Colinas

Classe – Clérigo

Nível – 4º – Domínio da Tempestade

Divindade – Talos

Jogador – Diego (25 anos)

Resk da Árvore-Fantasma

Raça – Meio-Orc

Classe – Bárbaro

Nível – 4º- Caminho do Furioso

Jogador – Gabriel (10 anos)

Akmenos, o Faminto

Raça – Tielfing

Classe – Bruxo

Nível – 4º – Pacto do Tomo

Patrono – Grazzt

Jogador – Bruno (15 anos)

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Anteriormente… D&D – Diário de Campanha [Capítulo_06]

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Em uma manhã fria, na taverna Um Ettin, Duas Guilhotinas, um homem procura pelos heróis. O homem é um emissário que traz o pagamento pelos serviços prestado, ou seja, a morte dos grifos. 

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Ali estão as 250 po e um convite com selo do baronato. Uma rosa vermelha feita de cera, lacra o pergaminho.

No pergaminho o Barão diz querer recepcionar os heróis em sua propriedade na cidade, para um jantar e a entrega solene da documentação que dá posse do arrendamento da produção de malte e lúpulo.

O emissário espera os heróis lerem a mensagem e diz que o encontro se dará 15 dias antes do início do Flamerule (Sétimo mês do calendário de Harptos, conhecido popularmente como Maré do Verão)Eles aceitam.

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O tempo passa, os heróis continuam vivendo em Neverwinter, utilizando o dinheiro recém-adquirido.

Na data marcada, o trio ruma para a propriedade do Barão que fica  na região do Enclave Protetor.

Quando os heróis chegam à propriedade, um mordomo está a espera.

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Um jantar é servido, e os heróis tem a oportunidade de conhecerem Gundren Stoneseeker e Sildar Hallwinter*. Os dois são amigos do Barão, e acabaram de encontrar um grupo de aventureiros para levar suas provisões de Barthen, um posto comercial em Phandalin.

Akmenos se oferece a escoltar o carregamento, mas o Barão intervêm, dizendo que precisariam dos heróis na cidade e que Gundren não poderia cobrir a oferta.

No decorrer do jantar, os heróis ficam sabendo que o Barão recebeu-lhes na propriedade ao lado do cemitério, (e não na mansão) por que um grave incidente aconteceu na Cripta da família, mas que o governo já está cuidando.

Ao final do jantar, Gundren e Sildar despedem-se dos heróis e se retiram para seus negócios.

O Barão leva os heróis até seu escritório, e entrega à Ulfgar os documentos do arrendamento. Por três anos eles terão direito aos lucros de uma fazenda de lúpulo, sendo pagos mensalmente.

Resk pede para que o Barão vá direto ao assunto que citou na mesa. Ele então pede a ajuda dos heróis para encontrar um antigo item de família.

O barão relata que é um colecionador de armas. Porém, ele não tem nenhuma arma que pertenceu à linhagem Rossarubra na Era Heróica, mais especificamente a Lança Rossarubra.

Essa arma é uma lança lendária feita de espinhos de rosa, cujo poder mágico é desconhecido. Alguns dizem que ela sela a alma da Rainha dos Espinhos, uma antiga arquifada poderosa, mas nada disso confirmado.

Os historiadores particulares do Barão dizem que a arma foi destruída na batalha em Cormathor, enquanto outros dizem que ela foi queimada nas entranhas de Maegera, a Titã do Amanhecer**.

Ulfgar, o anão clérigo é um estudioso de Casas Antigas e há pouco tempo atrás, entrou em uma calorosa discussão sobre armas familiares. Ele tem certeza – conhecimento histórico 25 – de que há relatos dizendo que a Lança Rossarubra está na Cripta da Família Rossarubra.

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A arma lendária está enterrada junto do antepassado mais antigo, a fundadora da Casa Rossarubra, a Senhora Carmen Rosalyn.

A informação assusta o Barão, pois então, eles devem agir com rapidez.

Sendo assim, ele revela aos heróis o que aconteceu na cripta de sua família. A cripta foi lacrada há uma semana atrás. Os mortos da família se levantaram dentro das catacumbas  e tentaram sair. Caos nas ruas do Enclave Protetor se espalhou. Soldados particulares, a guarda da cidade e clérigos foram enviados para o local para impedir o avanço da horda de mortos-vivos e santificar o lugar. Porém, ninguém voltou.

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Barão Rossarubra

Por isso a Cripta foi fechada e o governo de Neverwinter foi acionado para interditar o local, destruindo-o.

O mordomo demonstra que teme pela desgraça que cairia sobre os Rossarubras.

O repouso dos antepassados sendo destruído faria com que a nobreza da Costa da Espada visse a Casa com desprezo. Porém, isso não é importante para o Barão.

Agora ele vê que há uma chance da Lança Rossarubra estar próxima, e assim pede para os heróis trazê-la de volta, antes que o governo de Neverwinter chegue ao local.

Eles tem apenas 1 dia.

Akmenos e Resk se empolgam e decidem aceitar a missão. Ulfgar concorda e juntos eles seguem para a Cripta interditada que abriga todos os mortos da família Rossarubra.

Ao abrirem a porta bloqueada por toras de madeira e barras de ferro, o grupo desce enfrentarem um desconhecido perigo. Porém, há muito mais ali do que antigos familiares ressurgido dos mortos.

* Sildar e Gundren são PDMs importantes em As Minas Perdidas de Phandelver. Pensei em inseri-los aqui para levá-los até essa aventura pronta, mas vi que eles não iriam com Gundran e prefeririam o barão. Mesmo assim, posso num futuro abordar Minas Perdidas de Phandelver com um outro grupo de heróis e esses personagens já são conhecidos. A ideia é deixar o universo de Forgotten Realms bem vivo.

** Citei Maegera porque ela é citada em Out of the Abyss e tem importância em Storm King’s Giant. Duas aventuras que vou abordar mais para frente.

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