Vale a pena ler Mistborn – O Império Final [RESENHA]

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Certa vez, um herói apareceu para salvar o mundo. Um jovem com uma herança misteriosa, que desafiou corajosamente a escuridão que sufocava a Terra, e ele falhou… Desde então, há mil anos, o mundo é um deserto de cinzas e brumas, governado por um imperador imortal conhecido como Senhor Soberano, todas as revoltas contra ele falharam miseravelmente. Nessa sociedade onde as pessoas são divididas em nobres e skaa – classe social inferior -, Kelsier, um ladrão bastardo, se torna a única pessoa a sobreviver e escapar da prisão brutal do Senhor Soberano, onde ele descobriu ter os poderes alomânticos de um Nascido da Bruma – uma magia misteriosa e proibida…

É assim o início da sinopse de Mistborn – Nascidos da Bruma. Um pouco clichê, não?

Eu sei. Entendo todos aqueles que torcerem o nariz e pensarem assim. 

Entretanto, garanto a vocês: Nem de longe temos aqui um livro clichê. E explicarei o porquê.

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Mistborn – Nascidos da Bruma

Bem, vamos voltar a falar sobre Mistborn – O Império Final.

Ficha Técnica

Autor: Brandon Sanderson

Páginas: 608

Lançamento: 2014 (No Brasil)

Quantos livros tem a série? 03

Para passar uma boa ideia sobre o livro, tive que abrir mão do estilo de resenha que estou acostumado a fazer.

Sempre fiz resenhas livres de spoilers, onde o leitor do blog poderia saber minha opinião, porém se surpreenderia 100% com os desdobramentos da história, quando decidisse ler.

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Acontece que nesse caso, se eu optasse por um post sem spoiler, acredito que vocês perderiam alguns elementos que são essenciais para deixá-los ensandecidos pela obra!

Como citar os elementos originais, criados por Sanderson, que são tão fascinantes sem falar sobre eles?

Por esse motivo, resolvi fazer uma resenha que tratará elementos do livro, mas que não estragará a experiência literária de vocês.

Podemos acreditar em sinopses? 

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Não.

É essa a conclusão que tirei ao ler a sinopse liberada pela editora. Esse fato me fez pensar e perceber que dificilmente encontramos boas sinopses de livros de fantasia.

Quando eu digo “sinopse boa” é no sentido de “sinopse que extraia a verdadeira essência do livro”.

Geralmente as sinopses de editora me parecem ter sido escritas por pessoas que não leram, de fato, aquela obra.

E em Mistborn, não é diferente. Primeiro que a sinopse parece entregar toda a trama do livro, passando a impressão de ser um livro bem “clichê”. Depois, temo dizer que a sinopse induz o leitor 1a uma falsa conclusão.

…onde ele descobriu ter os poderes alomânticos de um Nascido da Bruma – uma magia misteriosa e proibida.

A frase acima está bem longe da verdade. Quando lerem entenderão o que quero dizer.  

Resumindo… O livro é muito, realmente muito, mais do que isso. E eu vou mostrar à vocês. 

O Autor, Brandon Sanderson

Se Patrick Rothfuss me fascinou após eu ter terminado o primeiro capítulo de O Nome do Vento, Brandon Sanderson conseguiu me fascinar um pouco antes. As primeiras páginas foram suficientes.

Sua escrita é fluída, suas descrições são abordadas na medida certa, e nos afeiçoamos de uma maneira ímpar aos personagens.

Há algo em sua narrativa que nos faz se sentir a vontade. E acho isso vital em um livro.

Um novo autor entra para a minha galeria de autores favoritos. E reparem que ainda nem comecei a falar sobre a trama.

Apenas o domínio que ele exerce sobre a escrita é suficiente para me convencer de que a obra deve ser lida.

Outras obras do autor

O autor é também conhecido por ter continuado a grandiosa obra de Robert Jordan chamada A Roda do Tempo.

A Roda do Tempo é uma série composta de 14 livros. Sim, 14.

O autor, Robert Jordan faleceu antes de concluir a série e sua esposa e editora, escolheu Brandon Sanderson para terminar o legado deixado por Jordan.

E ele o fez. Escreveu o fim da história (em três livros) seguindo as diversas anotações de Jordan e as suas ideias para o final da saga.

Brandon também é o autor de Elantris. Não li tal livro, porém alguns leitores do blog falam muito bem da obra.

Há também uma nova série de Sanderson, chamada Stormlight Archive, que ainda não foi trazida para o Brasil. Fica aqui meu pedido, para que a Editora Leya traga essa saga para o Brasil. Garanto que venderá muito, pois o pouco que arrisquei a ler em inglês, é muito promissor.

Já falei sobre o autor e agora vamos para a trama.

O que esperar de Mistborn – O Império Final?

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Podemos esperar o que há de melhor em livros de fantasia. Ação bem desenvolvida, personagens cativantes, clichês sendo executados de maneira primorosa e criações originais.

Sentiremos medo, daremos risada, ficaremos aliviados, ficaremos apreensivos ao ver Kelsier e sua gangue orquestrando o grande golpe contra o Senhor Soberano.

Atualmente procuro livros capazes de me surpreender. E Mistborn – O Império Final é um deles.

Embarcamos em um mundo pós-apocalíptico, dominado por cinzas e brumas, onde o Senhor Soberano e seu Ministério do Aço governa o mundo com mão de ferro. Somos apresentados à uma sociedade dividida entre Nobres e Skaas.

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Os nobres vivem da melhor maneira possível, nesse mundo decadente. Essa classe aristocrática vive dando festas e suntuosos bailes, se alimentando e se divertindo da melhor maneira possível enquanto os skaas (escravos) existem apenas para servir a nobreza, seja como empregados nas grandes Casas, seja nas plantações.

Entre os nobres existem uma classe especial de pessoas. São aqueles capazes de usar a Alomancia.

O que é Alomancia?

Se em A Crônica do Matador do Rei, nós vibramos com Kvothe e o uso do Alar, o uso de simpatias e as conexões, em Mistborn ficaremos vislumbrados com os alomânticos Kelsier, Brisa, Ham e outros.

A Alomancia deixará vocês fascinados, assim como eu fiquei. Essa é a genialidade do livro. Brandon Sanderson criou algo muito original e fascinante. A cada página você quer saber mais sobre a misteriosa magia.

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Tentarei explicar, porém vocês entenderão melhor quando lerem, pois aqui apenas passarei a ideia do que seria essa habilidade.

“Mas a verdade, no entanto, era que ela não sabia exatamente o que era a alomancia… “Mistborn – Nascidos da Bruma: o império final, capítulo 3”

A alomancia é a capacidade de “queimar” metais (ou ligas metálicas) presentes no organismo e assim manifestar poderes fantásticos.

Entenderam?

Parece estranho, mas não é.

Um alomântico é uma pessoa capaz de acessar determinado tipo de metal em seu organismo (geralmente um alomântico bebe uma mistura com lascas do metal para manter suas reservas de metal altas) e o queima. Ao queima-lo é liberado um poder.

Esse poder deriva de acordo com o tipo de metal utilizado.

Os alomânticos capazes de queimar um tipo de metal, são conhecidos como Brumosos. Pois, via de regra, um alomântico é capaz de queimar apenas um tipo de metal.

Cada metal confere um tipo de poder e por sua vez, cada Brumoso é conhecido por um nome título específico.

Os metais que podem ser queimados são:

Aço, Ferro, Estanho, Peltre, Zinco, Latão, Cobre, Bronze.*

*Existem outros tipos de metal que podem ser queimados, porém eles serão revelados no decorrer da leitura, e eu não quero estragar a experiência de vocês com a obra.

Trago aqui apenas três exemplos para vocês entenderem a dinâmica dos poderes.

Os Atraidores, são brumosos capazes de queimar ferro. 

Uma pessoa queimando ferro pode ver linhas azuis translúcidas apontando para fontes próximas de metal. O tamanho e o brilho da linha dependem do tamanho e da proximidade da fonte de metal. Todos os tipos de metais são mostrados, não apenas fontes de ferro. O alomântico pode puxar mentalmente uma dessas linhas para trazer a fonte de metal em sua direção. Mistborn – Nascidos da Bruma: O Império Final, Apêndice

Os Abrandadores são Brumosos capazes de queimar Zinco.

Uma pessoa queimando zinco pode aplacar as emoções de outras pessoas, persuadindo-as e tornando determinadas emoções menos fortes. Um alomântico cuidadoso pode abrandar todas as emoções, deixando, basicamente, que a pessoa sinta apenas o que ele deseja. Zinco, no entanto, não permite que o alomântico leia mentes ou mesmo as emoções. Mistborn – Nascidos da Bruma: O Império Final, Apêndice

Já os Olhos de Estanho, são Brumosos capazes de queimar estanho.

Uma pessoa queimando estanho consegue amplificar seus sentidos. Pode ver mais longe, sentir melhor os odores, e seu tato se torna mais apurado. Isso lhe permite penetrar nas brumas e ver muito melhor à noite do que seria possível sem os sentidos ampliados. Mistborn – Nascidos da Bruma: O Império Final, Apêndice

A mecânica criada para dar vida à Alomancia leva em consideração tanto a física quanto a química.

Imagino o trabalho que deu ao autor para definir os limites e alcances desse poder. E é isso que o coloca em um patamar especial na minha estante de livros. brandon Sanderson é genial.

“aterrissou em outro telhado de madeira pontiagudo. Empurrar aço e puxar ferro foram as primeiras coisas que Gemmel lhe ensinara. “Quando você empurra algo, é como se arremessasse seu peso contra essa coisa”, o velho lunático dissera. “E não dá para mudar o quanto você pesa – você é um alomântico, não algum tipo de místico do norte. Não puxe nada que pese menos do que você, a menos que queira que a coisa venha voando até você, e não empurre algo mais pesado do que você, a menos que queira ser arremessado na outra direção. ” Mistborn – Nascidos da Bruma: o império final.

Algo interessante para falar sobre os Brumosos é que eles são raros no mundo. E por isso, importantes, dentro da classe Nobre.

Os Olhos de Estanho são usados como Espiões, já os Abrandadores muitas vezes são responsáveis por manter os skaas obedientes, sem vontade de se rebelar, por exemplo.

Porém, existe um outro tipo de alomântico, mais poderoso e mais raro do que os Brumosos. São aqueles capazes de queimar todos os tipos de metais e assim manifestar todos poderes. Esses, são conhecidos como Nascidos da Bruma.

Como sempre, queimava o estanho e o peltre. O estanho aumentava seus sentidos, facilitando sua visão noturna. O peltre deixava seu corpo mais forte, tornando seus pés mais leves. Esses, além do cobre […] , eram metais que ela mantinha consigo quase o tempo todo. Mistborn – Poço da Ascensão.

Os Nascidos da Bruma são muito poderosos e extremamente respeitados na sociedade. Eles são eficientes espiões, perfeitos guerreiros. Praticamente um exército de um homem/mulher só.

Tamanho é o poder deles que muitas lendas giram em torno dos Nascidos da Bruma.

Alguns rumores afirmavam que os nascidos das brumas podiam voar, mas era um exagero melancólico. Puxar e empurrar metais em geral parecia menos com voar do que com cair – só que na direção errada. Mistborn – Nascidos da Bruma: o império final.

Ele são reconhecidos nas noites de bruma, pelas suas capas esvoaçantes de tira de tecido.

Captura de Tela 2015-07-06 às 16.07.09

Ele abriu a mochila e tirou uma capa cinza-escura. Grande e envolvente, a capa não era feita de uma única peça de tecido – em vez disso, era confeccionada com centenas de tiras compridas como fitas. Eram costuradas nos ombros e no peito, mas a maior parte ficava pendurada, separada uma da outra, como flâmulas sobrepostas. Mistborn – Nascidos da Bruma: o império final.

Cada Casa tem um (ou mais) Nascido da Bruma. E com isso conseguem manter influência na sociedade. Quanto mais Nascidos da Bruma, mais temida uma Casa é.

Porém, nem só a nobreza conta com brumosos e Nascidos da Bruma.

A nobreza e a Alomancia

Em tese, apenas os nobres teriam o poder alomântico, pois é uma habilidade hereditária.

Porém, sabemos que os bastardos são uma realidade nas obras de ficção. Alomânticos Skaa são caçados pelo Ministério do Aço, pois alguém com esse tipo de poder poderia liderar uma revolta.

E é aqui que temos o gancho para o início da trama. Acompanharemos a jornada de um Nascido da Bruma bastardo e sua gangue que buscam derrubar o Senhor Soberano, e libertar os skaas.

Os personagens são muito bem desenvolvidos.

Kelsier cativará vocês com seu extremo otimismo. Já Brisa, com seu poder alomântico deixará vocês fascinados.

A coisinha selvagem, conhecida como Vin, será uma das personagens que mais se desenvolverá e será através da inexperiência dela que aprenderemos um pouco mais sobre Alomancia, sobre a nobreza, as condições dos skaa e os segredos do Senhor Soberano.

Ela é a minha personagem favorita de Mistborn, e já entrou no hall de personagens favoritas dos livros que ja li. 

Unindo a forma fantástica de narrativa de Sanderson e os personagens bem construídos. Temos uma obra imperdível. Sentimos frio na barriga quando um Nascido da Bruma salta de um prédio, quando enfrenta um Inquisidor, quando luta com um grupo de Mata-Brumas.

empurrou contra a moeda e se lançou na bruma. Saiu voando, afastando-se da terra e das pedras, elevando-se através das escuras correntes do céu, com o vento agitando sua capa.
Isso é liberdade, pensou, respirando profundamente o ar frio e úmido. Fechou os olhos, sentindo o vento que passava. É disso que sempre senti falta, ainda que não soubesse. Mistborn – Nascidos da Bruma: O Império Final

E se você acha que não poderá ser surpreendido existe ainda a Feruquemia, uma habilidade sensacional, que optei por não abordar. Leiam e verão.

Vale a Pena ler – Mistborn – O império Final?

NOTA

nota-45

O livro é muito bom. Vale a pena ser lido, sem sombra de dúvida.

O autor nos apresenta a alomancia, algo totalmente novo e excitante. A intrincada forma de funcionamento deixará todos os leitores fascinados.

Os momentos em que a alomancia é ensinada para um recém-descoberto Nascido da Bruma é um dos pontos altos do livro.  

O livro surpreende com frase que, talvez não faça sentido agora, porém naquele mundo faz total sentido.

Sem suas moedas, não conseguia atacar à distância. “Mistborn – Nascidos da Bruma: O Império Final”

A narrativa de Sanderson nos faz prender a respiração em momentos de tensão, momentos em que você temerá pela vida daqueles que mais gosta.

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Kelsier sentiu um puxão em seu cinto quando seu último frasco de metal foi arrancado, puxado para a outra sala. Vários homens corpulentos avançaram agachados, andando sob as moedas atiradas. Brutamontes – brumosos que, como Ham, podiam queimar peltre.
Hora de ir embora, Kelsier pensou, repelindo outra onda de moedas e trincando os dentes por causa da dor no braço e na lateral de seu corpo. Ele olhou de relance para trás; tinha alguns segundos, mas não conseguiria chegar à sacada. Mistborn – Nascidos da Bruma: O Império Final

Outro ponto positivo é que o primeiro livro tem começo, meio e fim. O gancho para o segundo livro são apenas as consequências dos acontecimentos finais de O Império Final.

Se tudo é perfeito, por que nota 4,5?

Minhas críticas seriam a respeito da tradução, pois Brumante seria uma opção melhor, ao invés de Brumoso. E outras pequenas escolhas editoriais que incomodaram. Porém, isso é apenas uma observação pessoal e em nada afeta a leitura.

Sobre o final, eu esperava um desenvolvimento diferente. Achei que as resoluções vistas ali se daria de outra forma. Pensei que se resolveria no próximo livro.

Então acabei sendo surpreendido e achei o final um pouco corrido.

Porém, há algo positivo nisso. O próximo livro traz uma trama completamente nova e misteriosa. E é claro, já estou na metade de Mistborn – O Poço da Ascensão.

Fico por aqui, esperando pela opinião de vocês.

14 Comentário

  1. 18 de agosto de 2015    

    Primeiramente eu gostaria de dar os parabéns pelo novo rumo que se blog tomou, Leandro, e agradecer por ter tirado uma dúvida de mim huhauhauhauhauha.
    Eu tô lendo O Protegido (Peter V Brett – Demon Cycle #1) e estava em dúvidas em qual ler depois. Eu selecionei 3 livros: Mistborn, Prince of Thorns e O Nome do Vento, e graças a essa postagem eu decidi ler Mistborn.
    Espero que goste o tanto quanto você gostou.
    Abraços!
    http://www.bravuraliterariablog.blogspot.com.br

  2. Fernando Vieira Fernando Vieira
    18 de agosto de 2015    

    Adorei a sua resenha e amei o império final, achei incrível esses poderes extraídos dos metais, o personagem kelsier é cativante e o estilo de preparação de um grande roubo que percorre o livro todo é incrível, os planos de kelsier e o final me deixaram sem ar. Pena não amar tanto o segundo livro quanto amei o primeiro esse personagem Elend é chato kkkk
    O blog está ainda melhor continue sempre assim meus parabéns…

  3. Leonardo Rodrigues Leonardo Rodrigues
    24 de agosto de 2015    

    O império final sim, a continuação? nem pensar ! tudo oque foi criado (maravilhosamente) na primeiro livro, o cara consegue destruir no segundo, pulei fora, vi só uns spoiler do 3° e fiquei bem feliz de não continuar.

  4. 25 de agosto de 2015    

    fiquei afim de conferir seus livros, nao tem outro meio de disponibilizar que nao seja pela amazon?

    • dwookie dwookie
      28 de agosto de 2015    

      Por enquanto apenas pela Amazon, cara. :/

    • 30 de janeiro de 2017    

      Olá, Nicolas.

      Se caso quiser adquirir meus contos, entre em contato. Consegui um outro meio de disponibilizá-los. Abraços.

  5. 8 de setembro de 2015    

    Cara, comprei seus contos! 🙂

    Assim que lê-los (estão na fila da minha readlist, rsrs), digo o que achei!

    Abs!

    • dwookie dwookie
      8 de setembro de 2015    

      Aeeee!!!
      Valeu!
      Aguardo sua opinião. Espero que goste!

    • 30 de janeiro de 2017    

      Já leu?

  6. Jobson Jobson
    11 de outubro de 2015    

    Rapaz, gostei muito desse livro também.
    Eu já tinha lido “Elantris”, do mesmo autor e gostei muito. Agora caí dentro dos dois e confesso que achei o segundo meio que empurrado, mas o Império Final é sensacional!!!!
    um grande abraço!!!!

No entanto, Pings

  1. Livros em 2015 – Parte II | DrunkWookie on 20 de dezembro de 2015 at 10:23
  2. Vale a Pena Ler “Mistborn – O Herói das Eras” [RESENHA] – DrunkWookie on 30 de abril de 2017 at 23:08

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